sábado, 7 de novembro de 2009

A sinhazinha teve um chilique no aeroporto e mostrou o que ela pensa de pobres e negros.





Enviado pelo amigo Alessandro Amorim

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Revista HISTEDBR On-Line (junho/09)

O número 34 da Revista HISTEDBR On-Line (junho/09) está disponível no site do HISTEDBR.
O acesso pode ser feito pelos links:
http://www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/34/index.html
http://www.histedbr.fae.unicamp.br


TEXTOS



RETOS DE LA ESCUELA DEL SIGLO XXI : desarrollo del trabajo por competencias.

Miguel A. Zabalza

AS FOTOGRAFIAS DO ARQUIVO DO GRUPO ESCOLAR DR. JOAQUIM ASSUMPÇÃO: IMAGENS DE PRÁTICAS ESCOLARES NO GRUPO ESCOLAR MODELO DO GOVERNO DE AUGUSTO SIMÕES LOPES (1924-1928), PELOTAS, RIO GRANDE DO SUL

Maria Augusta Martiarena de Oliveira; Elomar Tambara e Giana Lange do Amaral

O PAPEL DOS PROFESSORES NA FORMAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA: 1827-1889

André Paulo Castanha e Marisa Bittar

UM ESTUDO HISTÓRICO SOBRE O USO DOS LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA

Neuza Bertoni Pinto

A EDUCAÇÃO PELO TRABALHO DE MENINOS “EXCEPCIONAIS” NA FAZENDA DO ROSÁRIO

Heulalia Charalo Rafante e Roseli Esquerdo Lopes

INDÍCIOS DE ENSINO TECNICO/PROFISSIONAL NO MARANHÃO: 1612 – 1916

Leopoldo Gil Dulcio Vaz, Delzuite Dantas Brito Vaz e Loreta Brito Vaz

O RETRATO DA DÉCADA DE 1950 PELAS FOLHAS DO JORNAL TRIBUNA DOS MUNICÍPIOS – IRATI – PR

Claudia Maria Petchak Zanlorenzi e Maria Isabel Moura Nascimento

A CIVILIZAÇÃO COMO IDEAL: EDUCAÇÃO NA IMPRENSA DE UBERABINHA-MG NA PRIMEIRA REPÚBLICA

Luciana Araujo Valle de Resende; Wenceslau Gonçalves Neto, Carlos Henrique de Carvalho

ENSINO E PRUDÊNCIA: ASPECTOS ESSENCIAIS À ÉTICA EM SANTO TOMÁS DE AQUINO

Terezinha Oliveira

OS CAMINHOS PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: QUAL O PAPEL DOS EDUCADORES NESTE PROCESSO?

Clarice Zientarski e Sueli Menezes Pereira

USOS DA ARQUEOLOGIA NA SALA DE AULA

T. O. Miller

IGREJA CATÓLICA E EDUCAÇÃO FEMININA

Paula Leonardi

O CORCUNDA DE NOTRE-DAME: GROTESCO, SUBLIME E DEFICIÊNCIA NA IDADE MÉDIA

Nerli Nonato Ribeiro Mori

HISTÓRIA E MEMÓRIA NA CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO HISTÓRICO: UMA INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO HISTÓRICA.

Marlene Rosa Cainelli e Magda Madalena P. Tuma

A ESCOLA PÚBLICA: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DA DIVISÃO SOCIAL DO TRABALHO

Maria Isabel Moura Nascimento e Manoel Nelito Matheus Nascimento

CULTURA CORPORAL E EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA - UM ESTUDO DE CASO

Denise Monteiro de Castro e Marcos Garcia Neira

GÊNERO, HEROÍSMO E PATRIOTISMO EM OBRAS DE LITERATURA PARA CRIANÇAS

Rosa Maria Hessel Silveira E Iara Tatiana Bonin

A CONSTRUÇÃO SÓCIO-POLÍTICA DA EJA NA CIDADE “PONTA GROSSA”

Rita de Cássia Oliveira, Paola Andressa Scortegagna e Flávia da Silva Oliveira






Morre aos 100 anos o antropólogo Lévi-Strauss


Nascido em Bruxelas, na Bélgica, Lévi-Strauss foi um dos grandes pensadores do século 20. Ele, que completaria 101 anos no próximo dia 28, tornou-se conhecido na França, onde seus estudos foram fundamentais para o desenvolvimento da antropologia. Filho de um artista e membro de uma família judia francesa intelectual, estudou na Universidade de Paris. De início, cursou leis e filosofia, mas descobriu na etnologia sua verdadeira paixão. No Brasil, lecionou sociologia na recém-fundada Universidade de São Paulo, de 1935 a 1939, e fez várias expedições ao Brasil central. É o registro dessas viagens, publicado no livro "Tristes Trópicos" (1955) que lhe trará a fama. Nessa obra ele conta como sua vocação de antropólogo nasceu durante as viagens ao interior do Brasil. "Ele soube partir do empirismo para dialogar e colocar a antropologia em pé de igualdade com outras ciências humanas, como a filosofia. Lévi-Strauss é um autor fundamental", afirma Renato Sztutman, professor do Departamento de Antropologia da USP e mestre e doutor em Antropologia Social na área de etnologia indígena. Exilado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Lévi-Strauss foi professor nesse país nos anos 1950. Na França, continuou sua carreira acadêmica, fazendo parte do círculo intelectual de Jean Paul Sartre (1905-1980), e assumiu, em 1959, o departamento de Antropologia Social no College de France, onde ficou até se aposentar, em 1982. O estudioso jamais aceitou a visão histórica da civilização ocidental como privilegiada e única. Sempre enfatizou que a mente selvagem é igual à civilizada. Sua crença de que as características humanas são as mesmas em toda parte surgiu nas incontáveis viagens que fez ao Brasil e nas visitas a tribos de indígenas das Américas do Sul e do Norte. O antropólogo passou mais da metade de sua vida estudando o comportamento dos índios americanos. O método usado por ele para estudar a organização social dessas tribos chama-se estruturalismo. "Estruturalismo", diz Lévi-Strauss, "é a procura por harmonias inovadoras". A corrente estruturalista da antropologia, da qual Lévi-Strauss é o principal teórico, surgiu na década de 40 com uma proposta diferente da antropologia de viés funcionalista, predominante até então. "O funcionalismo se preocupava com o funcionamento de cada sociedade e em saber como as coisas existiam na sua função social. O estruturalismo queria saber do trabalho intelectual. Olhar para os povos indígenas e buscar uma racionalidade e uma reflexão propriamente nativa", diz Sztutman. Suas pesquisas, iniciadas a partir de premissas linguísticas, deram à ciência contemporânea a teoria de como a mente humana trabalha. O indivíduo passa do estado natural ao cultural enquanto usa a linguagem, aprende a cozinhar, produz objetos etc. Nessa passagem, o homem obedece a leis que ele não criou: elas pertencem a um mecanismo do cérebro. Escreveu, em "O Pensamento Selvagem", que a língua é uma razão que tem suas razões - e estas são desconhecidas pelo ser humano. "Ele abriu um caminho para pensar a filosofia indígena, valorizar o lado intelectual dos povos estudados, e não ficar naquela coisa 'nós (ocidentais) temos uma grande teoria e eles não'. Lévi-Strauss abriu caminho para valorizar o aspecto intelectual de outras populações", acrescenta Sztutman. Lévi-Strauss não via o ser humano como um habitante privilegiado do universo, mas como uma espécie passageira que deixará apenas alguns traços de sua existência quando estiver extinta. Membro da Academia de Ciências Francesa (1973), integrou também muitas academias científicas, em especial européias e norte-americanas. Também é doutor honoris causa das universidades de Bruxelas, Oxford, Chicago, Stirling, Upsala, Montréal, México, Québec, Zaïre, Visva Bharati, Yale, Harvard, Johns Hopkins e Columbia, entre outras. Aos 97 anos, em 2005, recebeu o 17o Prêmio Internacional Catalunha, na Espanha. Declarou na ocasião: "Fico emocionado porque estou na idade em que não se recebem nem se dão prêmios, pois sou muito velho para fazer parte de um corpo de jurados. Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Morreu o historiador francês Pierre Chaunu



PARIS, França — O historiador Pierre Chaunu, uma das grandes figuras da escola histórica francesa, faleceu na quinta-feira (22) em Caen, aos 86 anos, informou neste sábado a Academia de Ciências Morais e Políticas, da qual era membro.

Ex-professor de História Moderna na Universidade Sobornne, Pierre Chaunu era um dos fundadores da história quantitativa, que se baseia na matemática e estatísticas e utiliza a economia e a demografia para analisar as evoluções históricas.

Ele era especialista na América espanhola e na história social e religiosa da França nos séculos XVI, XVII e XVIII.

I Seminário Nacional de Fontes documentais e Pesquisa Historica


No século XX houve uma verdadeira revolução sobre o que se entende por documento, permitindo a ampliação e a diversificação da definição de fonte na pesquisa histórica.
O cotidiano dos historiadores é marcado pela necessidade de “reinstituir” o passado. Com efeito, como historiadores não vivenciamos o processo histórico estudado, nossa tarefa é procurar os fragmentos e, por meio destes, construir afirmações, elaborar hipóteses, inferindo sobre o campo dos possíveis.
Nesse sentido, o Programa de Pós-Graduação em História da UFCG percebeu a necessidade de um encontro para debater, discutir e difundir os desafios, os limites e as possibilidades que as experiências de pesquisa com a utilização de fontes documentais têm imposto ao ofício do historiador, de modo que novos caminhos e perspectivas sejam delineados para enriquecer e fortalecer a prática da história.
Sendo assim, o objetivo do projeto desse seminário é abrir um leque de discussões sobre as escolhas do trabalho historiográfico nos últimos anos (situando-as, também, como escolhas políticas e interdisciplinares), de modo a compreender os diferentes usos do passado pelos historiadores.
Ao escolher determinado objeto de pesquisa, conseqüentemente, há que se considerar que o método – a forma pela qual se movimenta em meio à documentação – não está separado da escrita – resultado do trabalho de investigação.
Ampliou-se as fontes para a prática de historiar, ampliação essa propiciada, por sua vez, pela ampliação dos referenciais teórico-metodológicos, favorecendo o enfoque de variadas temáticas sob diferentes ângulos.
Percebe-se nos trabalhos acadêmicos dos últimos anos, que ocorreu uma humanização das personagens e o enriquecimento da trama que envolve diferentes sujeitos em diferentes papéis e em variados espaços e tempos históricos. Além das denúncias, os historiadores, vem buscando possíveis recomposições das experiências de homens e mulheres e suas relações com os espaços sociais, culturais, políticos e ambientais, tecendo influências e desdobramentos.
A possibilidade metodológica de se trabalhar com diferentes fontes documentais permitiu também um diálogo ampliado entre a história e diferentes saberes, como a antropologia, lingüística, sociologia, tornando os exercícios de crítica interna às fontes mais rigorosos e produtivos.
Além do que foi exposto, é preciso que cada vez mais as instituições e a sociedade desenvolvam uma consciência de que a preservação das fontes documentais possibilita a valorização da memória nacional e contribui para estabelecer um elo entre passado e presente através das pesquisas históricas. As fontes históricas, registradas de diversas formas e em diferentes suportes, devem ser uma preocupação de todos os pesquisadores, não só da área da História, mas de outros saberes.
Abre-se, portanto, este Seminário, a trazer à tona diferentes discussões sobre documentos, no intuito de compartilhar saberes e métodos, discutir paradigmas de interpretação em uma perspectiva interdisciplinar

Campina Grande 1 a 4 de dezembro de 2009

LOCAL: Universidade Federal de Campina Grande

Auditório do Centro de Extensão José Farias.

Endereço: Rua Aprígio Velozo, N° 882, Bairro Universitário, Cep. 58 429 900

Fone: (83) 3310-1495.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

V CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO (CINFE) - 2010


O Centro de Filosofia e Educação (CEFE) e o Programa de Pós-Graduação em Educação, Mestrado (PPGEdu), da Universidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, torna pública a chamada para apresentação de trabalhos no V Congresso Internacional de Filosofia e Educação (CINFE).

O V CINFE se propõe a focalizar sua discussão sobre o tema: conhecimento, linguagem, educação e cidadania: pensando alternativas para os desafios da educação na atualidade.

O evento será sediado, em Caxias do Sul, na Universidade de Caxias do Sul, de 17 a 20 de maio de 2010, no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

O período para a apresentação do resumo expandido para proposta de trabalhos é de 30 de setembro a 16 de novembro de 2009. A proposta deverá ser encaminhada para: vcinfe@gmail. com

Mais informações pelo endereço: http://www.ucs. br/ucs/eventos/ cinfe


Livro: O historiador e suas fontes



Como o pesquisador, na prática do seu oficio, pode trabalhar com fotografias, obras literárias, cartas, diários, discursos e pronunciamentos, testamentos, inventários, registros paroquiais e civis, processos criminais, materiais produzidos por órgãos de repressão ou mesmo com as inúmeras fontes do patrimônio cultural? Em O historiador e suas fontes, um grupo de historiadores experientes responde a essa questão, sugerindo um repertório variado de fontes interessantes e suas formas de utilização.
A obra mostra também por que certos documentos adquirem maior ou menor relevância ao longo do tempo e em que isso afeta a História e a memória. Fala ainda de como os debates historiográficos, ao sabor das tendências modernas e pós-modernas alteram o uso das fontes históricas e afetam o ofício do historiador. O historiador e suas fontes é, portanto, uma instigante discussão sobre teoria e prática da História.